Internet, coisas da nossa vida e a internet das coisas da nossa vida.

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Na indústria criativa já foram vários os momentos em que pensámos para nós mesmos ‘bolas (ou outra expressão mais feia) parece que já tudo foi inventado’, mais ainda anos formatos ditos tradicionais, nos above the line, nas imprensas,
na TV, no rádio.

Hoje com a massificação e o crescente desenvolvimento do digital parece que uma enorme galáxia se abriu – e continua com inúmeras divisões e portas por abrir. E isto permite não só aproveitar as potencialidades conhecidas e desconhecidas do mundo digital mas também uma reinvenção do analógico e dos suportes e plataformas mais clássicas, com as possibilidades de combinações infinitas na integração de formatos.

Ou seja, existe uma cada vez maior disponibilidade tecnológica palpável e real com os personal assistants, realidade virtual, a internet das coisas e a interacção analógico-digital. Isto faz com que aquilo que antes era quase uma ideia
espectacular mas que não poderia passar disso pois não existiam recursos ou sequer tecnologia que resolvesse essa quase ideia genial, deixe hoje o sonho de muitos criativos apenas a um esforço de programação de distância.

E assim, esta indústria e a criação de novas ideias e soluções para campanhas e ativações, tem tudo para se reinventar e continuar a surpreender público e targets com coisas que nunca tinham visto e que nunca foram feitas. O ‘nunca foi
feito’ (invariavelmente precedido de ‘por alguma razão’) é muitas vezes usado como argumento-entrave a uma ideia chamada de ‘fora’ e deve antes ser visto como uma motivação extra para tornar possível.

A verdade é que, goste-se ou não, esta nova ordem mundial publicitária não parece nada menor que a pre-digital quando surgiu e ainda tinha tudo por inventar.
Hoje, os inventores e os programadores são as nossas rockstars e os melhores amigos dos criativos, possibilitando a concretização de ideias muitas vezes originais mas nem sempre úteis ou relevantes. O que interessa é sentir e saber
que é possível.

Nada disto é novo, já vivemos esta realidade por dentro há uns anos e muita coisa já começou a ser feita e bem, mas é sempre bom apercebermo-nos que existe uma infinidade de interruptores ainda por acender.

Fonte : Aqui

Author: Pepblog